quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

IDESP 2016 - Escolas de Jundiaí (SP) - Ensino Médio

01. Conde do Parnaíba – EE.    4,56  
02. Rafael Mauro – EE. Dr.     4,11 
03. Eloy de Miranda Chaves – EE. Dr.     3,37 
04. Gabriel Paulino Bueno Couto – EE. Bispo Dom     3,26 
05. Siqueira de Moraes – EE. Cel.     3,23 
06. Rafael de Oliveira – EE.    3,18 
07. Albertina Fortarel – EE. Profª.     3,05 
07. Getúlio Nogueira de Sá – EE. Prof.     3,05 
08. Francisco Napoleão Maia – EE. Prof.     3,02 
09. Paulo Mendes Silva – EE.    2,95 
10. Deolinda Copelli de Souza Lima – EE. Profª.    2,94 
11. Dom Joaquim Justino Carreira – EE.    2,93  
12. Benedita Arruda – EE. Profª.    2,83 
13. Maria de Almeida Schledorn – EE. Profª.    2,65 
14. Antenor Soares Gandra – EE. Dr.    2,62 
14. Barão de Jundiaí – EE.    2,62  
15. Maria de Lourdes de França Silveira – EE. Profª.    2,60 
16. José Feliciano de Oliveira – EE. Prof.     2,54 
17. Alessandra Cristina Rodrigues Pezzato – EE. Profª.    2,53  
18. Venerando Nalini – EE. Mons.     2,48 
19. Bairro Fazenda Grande – EE.    2,47 
20. Diógenes Duarte Paes – EE.    2,41 
21. Adib Miguel Haddad – EE.    2,37  
22. Maurílio Tomanik – EE. Padre     2,30 
23. Ana Pinto Duarte Paes – EE. Profª.    2,16 
24. Albino Melo de Oliveira – EE. Prof.     2,15 
25. José Silva Junior – EE. Prof.     2,12  
26. Adoniro Ladeira – EE. Prof.     2,11 
27. Cecília Rolemberg Porto Guelli – EE. Profª.    2,08 
28. Luiz Rivelli – EE. Prof.     2,05  
29. Orozimbo Sóstena – EE. Prof.     1,97 
29. Jurandyr de Souza Lima – EE.    1,97  
30. Joceny Villela Curado – EE. Profª.    1,88  
31. João Batista Curado – EE. Prof.     1,73 
Escolas não avaliadas: 
Benedicto Loschi  
Maria José Maia de Toledo – EE. Profª.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

IDESP 2015 - Escolas de Jundiaí (SP) - Ensino Médio

01. Conde do Parnaíba – EE.     4,16 
02. Rafael de Oliveira – EE.     3,45 
03. Albertina Fortarel – EE. Profª.     3,36 
04. Antenor Soares Gandra – EE. Dr.     3,16 
04. Deolinda Copelli de Souza Lima – EE. Profª.     3,16 
05. Francisco Napoleão Maia – EE. Prof.     3,15 
06. Dom Joaquim Justino Carreira – EE.     3,11 
07. Gabriel Paulino Bueno Couto – EE. Bispo Dom     3,09 
08. José Feliciano de Oliveira – EE. Prof.     2,99 
09. Albino Melo de Oliveira – EE. Prof.     2,95 
10. Benedita Arruda – EE. Profª.     2,89 
11. José Silva Junior – EE. Prof.     2,86 
12. Paulo Mendes Silva – EE.     2,80 
13. Ana Pinto Duarte Paes – EE. Profª.     2,71 
14. Diógenes Duarte Paes – EE.     2,68 
15. Alessandra Cristina Rodrigues Pezzato – EE. Profª.     2,67 
16. Orozimbo Sóstena – EE. Prof.     2,64 
17. Siqueira de Moraes – EE. Cel.     2,61 
18. Adoniro Ladeira – EE. Prof.     2,58 
19. Luiz Rivelli – EE. Prof.     2,57 
20. Maria de Lourdes de França Silveira – EE. Profª.     2,55 
21. Cecília Rolemberg Porto Guelli – EE. Profª.     2,53 
22. Jurandyr de Souza Lima – EE.     2,50 
23. Joceny Villela Curado – EE. Profª.     2,48 
24. Adib Miguel Haddad – EE. 2,47 
25. Bairro Fazenda Grande – EE.    2,45 
26. Maria de Almeida Schledorn – EE. Profª.     2,44 
27. Venerando Nalini – EE. Mons.     2,43 
28. Getúlio Nogueira de Sá – EE. Prof.     2,33 
29. Rafael Mauro – EE. Dr.     1,71 
30. João Batista Curado – EE. Prof.     1,65 
31. Maurílio Tomanik – EE. Padre     1,35 
Escolas não avaliadas: 
Barão de Jundiaí – EE. 
Benedicto Loschi – EE. 
Eloy de Miranda Chaves – EE. Dr.   
Maria José Maia de Toledo – EE. Profª.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Dia do Professor

O Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro. Mas poucos sabem como e quando surgiu este costume no Brasil. 

No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. 

Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. 

A ideia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse sido cumprida. Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor. 

Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. 


O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período. 


Quatro professores tiveram a ideia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano. O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. 


Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a ideia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil. A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. 


O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias".

Fonte: 
http://diadoprofessor.com.br/indexp.cfm
http://www.unigente.com/professor.php

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Projeto – Pé de Feijão

Capa (1ª Página)
Projeto – Pé de Feijão
Nome da Escola
Disciplina: Biologia
Área: Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Etapa da Educação Básica: Ensino Médio
Séries: 1º, 2º e 3º Anos
Turmas: 
Período: Ano Letivo de 2015
Nome do Professor
Objetivos gerais:
Este projeto tem como objetivo observar e registrar a germinação do feijão, seus aspectos (forma e tamanho) e a importância da planta na produção da fotossíntese.

Segunda página
Projeto: Pé de Feijão
Competências e Habilidades:
- Identificar e explicar as condições e as substâncias necessárias à realização da fotossíntese; 
- Observar a presença da clorofila; 
- Reconhecer o processo fotossintético, relacionando-o com os diferentes seres vivos; 
- Verificar a influência da luz sobre a germinação de sementes de feijão;
- Comparar a porcentagem de germinação e o comprimento médio das plântulas; 
- Aprender a importância dos cotilédones para as plantas; 
- Reconhecer as principais características do desenvolvimento das angiospermas; 
- Relacionar o movimento das plantas às condições de luminosidade (fototropismo e geotropismo).


Experimento: 
Realizar o plantio de grãos de feijão no algodão e anotar o seu crescimento, sua cor e seu desenvolvimento, desde o plantio até um determinado ponto. O tipo do feijão, a qualidade dos grãos e os fatores externos (iluminação, umidade e calor) influenciam o desenvolvimento dos feijões.

Material:
4 sementes de feijão; 1 prato descartável pequeno; 3 chumaços de algodão; água; tampinha plástica de garrafa PET para medida.

Montagem e procedimentos:
- Cada aluno escolherá um regime ou grupo para observação.
- Separar 3 chumaços de algodão e forrar o fundo do recipiente pressionando levemente sem compactar o algodão.
- Encharcar o algodão com aproximadamente uma medida de água. Nunca deixar o algodão seco.
- Colocar 4 sementes sobre o algodão dentro do recipiente. Mas as sementes não devem ficar enterradas.
Grupo A: Colocar o recipiente em um local sem iluminação, por exemplo, dentro do armário ou embaixo da cama.

Grupo B: Colocar o recipiente em um local com iluminação natural, próximo à janela ou na varanda, onde pegue bastante luz solar.
Grupo C: Colocar o recipiente em um ambiente com iluminação artificial, onde haja pouca luz solar e mais luz artificial. 

Grupo D: Colocar o recipiente em uma caixa de sapato fechada, mas que tenha um buraco (diâmetro de um copo) no canto direito ou esquerdo. Deve-se colocar em um lugar que tenha bastante luz solar. Abrir a tampa todos os dias para verificar o que acontece, e se precisar, umedecer o algodão com água.

Relatório
- Verificar o que acontece todos os dias e quando houver mudança, registrar no relatório e fotografar. Anotar a cor da semente, fazer medições e etc. Nunca esquecer de observar o estado de germinação das sementes. 

Variações e observações:
- A quantidade de sementes pode variar com o tipo de recipiente. É necessário usar o mesmo tipo de recipiente para todos os regimes (grupos).
- O algodão pode ser substituído por papel higiênico, areia, cascalho, vermiculita ou outro substrato.
- Mais regimes (grupos) de iluminação podem ser utilizados - controlando-se melhor as intensidades luminosas e os fotoperíodos.
- Outras sementes podem ser utilizadas: milho, laranja, alpiste, abacate (necessitando, claro, recipiente maior), etc. Algumas sementes necessitam de tratamento especial para quebra de dormência.

Questões para o relatório final: 
Quem realiza a fotossíntese? O que é necessário para ocorrer a fotossíntese? O que esse processo produz? Qual a importância da fotossíntese? Se os vegetais realizam a fotossíntese, por que as plantas carnívoras se alimentam de insetos?

- As diferenças nos regimes de iluminação (muito baixa, artificial e natural) corresponderam a diferenças no estado de germinação. Qual regime corresponde a que estado de germinação?
- Observe-se a coloração esverdeada nas plântulas do grupo B e a coloração esbranquiçada das do grupo C. Qual o motivo da mudança de cores?
- Essa característica de germinação de acordo com o regime de luz pode ser pensada em termos de vantagem adaptativa?

Avaliação
- Fazer uma tabela e um gráfico com a classe, indicando se houve germinação ou crescimento.
- Construir um painel com fotos e relatos para expor no mural da escola.
- Elaborar um álbum com imagens e relatos do experimento.

Fonte:
Gil, Ângela & FANIZZI, Sueli. Porta Aberta: Ciências Naturais. São Paulo: FTD, 2002.
http://biomagister.haaan.com/feiradeciencias/experimentos/germinacao1.html
http://cadernodecienciasebiologia.blogspot.com.br/2013/02/experiencia-do-feijao.html
http://educacao.uol.com.br/planos-de-aula/fundamental/ciencias-experiencia-sobre-fotossintese.htm

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Requerimento Para Fruição de Licença-Prêmio

REQUERIMENTO PARA FRUIÇÃO DE LICENÇA-PRÊMIO
                                                                                                                               


Ilmo. Sr. Diretor (nome do diretor),
Eu, (nome do professor), RG nº _______________, exercendo o cargo de Professor PEB II – OFA “F” na unidade administrativa “(nome da escola)”, requer a Vossa Senhoria autorização para a fruição de 90 dias de licença-prêmio, correspondente ao período de __/__/____ a __/__/____, conforme Portaria publicada no D.O.E. de __/__/____.
Observação: O motivo pelo qual peço os 90 dias é porque _____.
                                                                                                           
Data pretendida para início da licença: __/__/____

                                                                      
Cidade, (dia) de (mês) de 2015.

_____________________________________
(nome do professor)



Recebido em __/__/2015        _______________________
                                                     Assinatura da Gerente

Recebido em __/__/2015        _______________________
                                                     Assinatura do Diretor

Requerimento: Adicional por Tempo de Serviço (Quinquênio)

REQUERIMENTO
                                                                                                                               


Ilmo. Sr. Diretor (nome do diretor),
Eu, (nome do professor), RG nº __________, exercendo o cargo de Professor PEB II – OFA “F” na unidade administrativa “(nome da escola)”, venho muito respeitosamente requerer o adicional por tempo de serviço (quinquênio), referido no artigo 129 da Constituição Estadual, e nos termos da regra do inciso XIV do artigo 37 da Constituição Federal.
Nestes termos,
            Peço aceitação do meu pedido e aguardo deferimento.

Cidade, (dia) de (mês) de 2015.

_____________________________________
(nome do professor)



Recebido em __/__/2015        _______________________
                                                     Assinatura da Gerente

Recebido em __/__/2015        _______________________
                                                     Assinatura do Diretor

Requerimento: Concessão de Licença-Prêmio

REQUERIMENTO
                                                                                                                               


Ilmo. Sr. Diretor (nome do diretor),
Eu, (nome do professor), RG nº __________, exercendo o cargo de Professor PEB II – OFA “F” na unidade administrativa “(nome da escola)”, venho muito respeitosamente requerer a concessão de licença-prêmio de três meses (90 dias), referente aos últimos cinco anos, contados a partir de __/__/____. Para garantia de tal beneficio vale-se dos dispostos nas leis: artigos 209 e 213 da lei Nº 10.261/68, L.C. 1015/2007 ou L.C. 1080/2008, L.C. 1048/2008 e artigo 13 da L.C. 644/89.
Nestes termos,
            Peço aceitação do meu pedido e aguardo deferimento.

Cidade, (dia) de (mês) de 2015.

_____________________________________
(nome do professor)



Recebido em __/__/2015        _______________________
                                                     Assinatura da Gerente

Recebido em __/__/2015        _______________________
                                                     Assinatura do Diretor