01. Jardim Bopeva – EE. 3,95
02. Augusto Paes de Ávila – EE. Reverendo 3,78
03. Abrahão Jacob Lafer – EE. Dr. 3,21
04. Maria Pacheco Nobre – EE. Profª. 3,19
05. Lions Clube Centro – EE. 3,08
06. Reynaldo Kuntz Busch – EE. Dr. 2,97
07. Balneário das Palmeiras – EE. 2,79
08. Francisco Martins dos Santos – EE. 2,71
09. Laudelino Fernandes dos Santos – EE. Prof. 2,59
10. Júlio Pardo Couto – EE. Prof. 2,41
11. Júlio Secco de Carvalho – EE. 2,32
12. Rubens Paiva – EE. Deputado 2,27
13. Oswaldo Luiz Sanches Toschi – EE. 2,13
14. Vila Tupi – EE. 2,11
15. Adelaide Patrocinio dos Santos – EE. 2,08
16. Vilma Catharina Mosca Leone – EE. Profª. 2,03
17. Magali Alonso – EE. Profª. 1,99
18. Marlene Leite da Silva – EE. Profª. 1,96
19. Alfredo Reis Viegas – EE. Dr. 1,93
20. Alexandrina Santiago Neto – EE. 1,79
21. Antonio Nunes Lopes da Silva – EE. Prof. 1,60
22. Sylvia de Mello – EE. Profª. 1,50
23. Pedro Paulo Gonçalves Lopes – EE. Prof. 1,19
Escolas não avaliadas:
Aldeia Tekoa Mirim, EEI
CASA de Praia Grande - Junto à EE Alexandrina
CASA de Praia Grande - Junto à EE Alexandrina
CEEJA Max Dada Gallizzi
CEL, junto à EE Reynaldo Kuntz Busch, Dr.
terça-feira, 15 de agosto de 2017
IDESP 2016 - Escolas de Santos (SP) - Ensino Médio
01. Antonio Ablas Filho – EE. Dr. 4,44
01. Gracinda Maria Ferreira – EE. Profª. 4,44
02. Luiza Macuco – EE. Dona 4,01
03. Suetônio Bittencourt Junior – EE. Prof. 3,91
04. Fernando de Azevedo – EE. Prof. 3,34
05. Marquês de São Vicente – EE. 3,18
06. Cleóbulo Amazonas Duarte – EE. Dr. 2,99
07. Barnabé – EE. 2,78
08. Olga Cury – EE. 2,75
09. Primo Ferreira – EE. Prof. 2,74
10. Ricardo Sampaio Cardoso – EE. Judoca 2,69
11. Braz Cubas – EE. 2,66
12. Alzira Martins Lichti – EE. Profª. 2,44
13. Azevedo Júnior – EE. 2,40
14. Canadá – EE. 2,37
15. Neves Prado Monteiro – EE. 2,21
16. Francisco Meira – EE. Prof. 2,14
17. João Octávio dos Santos – EE. 2,09
18. Benevenuto Madureira – EE. Prof. 2,03
19. Zulmira Campos – EE. Profª. 1,94
20. São Leopoldo – EE. Visconde de 1,69
21. Emílio Justo – EE. Deputado 1,61
22. Bartolomeu de Gusmão – EE. Padre 1,00
Escolas não avaliadas:
Paulo Filgueiras Jr – EE. Dr.
01. Gracinda Maria Ferreira – EE. Profª. 4,44
02. Luiza Macuco – EE. Dona 4,01
03. Suetônio Bittencourt Junior – EE. Prof. 3,91
04. Fernando de Azevedo – EE. Prof. 3,34
05. Marquês de São Vicente – EE. 3,18
06. Cleóbulo Amazonas Duarte – EE. Dr. 2,99
07. Barnabé – EE. 2,78
08. Olga Cury – EE. 2,75
09. Primo Ferreira – EE. Prof. 2,74
10. Ricardo Sampaio Cardoso – EE. Judoca 2,69
11. Braz Cubas – EE. 2,66
12. Alzira Martins Lichti – EE. Profª. 2,44
13. Azevedo Júnior – EE. 2,40
14. Canadá – EE. 2,37
15. Neves Prado Monteiro – EE. 2,21
16. Francisco Meira – EE. Prof. 2,14
17. João Octávio dos Santos – EE. 2,09
18. Benevenuto Madureira – EE. Prof. 2,03
19. Zulmira Campos – EE. Profª. 1,94
20. São Leopoldo – EE. Visconde de 1,69
21. Emílio Justo – EE. Deputado 1,61
22. Bartolomeu de Gusmão – EE. Padre 1,00
Escolas não avaliadas:
Paulo Filgueiras Jr – EE. Dr.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
IDESP 2016 - Escolas de Jundiaí (SP) - Ensino Médio
01. Conde do Parnaíba – EE. 4,56
02. Rafael Mauro – EE. Dr. 4,11
03. Eloy de Miranda Chaves – EE. Dr. 3,37
03. Eloy de Miranda Chaves – EE. Dr. 3,37
04. Gabriel Paulino Bueno Couto – EE. Bispo Dom 3,26
05. Siqueira de Moraes – EE. Cel. 3,23
06. Rafael de Oliveira – EE. 3,18
07. Albertina Fortarel – EE. Profª. 3,05
07. Getúlio Nogueira de Sá – EE. Prof. 3,05
08. Francisco Napoleão Maia – EE. Prof. 3,02
09. Paulo Mendes Silva – EE. 2,95
10. Deolinda Copelli de Souza Lima – EE. Profª. 2,94
11. Dom Joaquim Justino Carreira – EE. 2,93
12. Benedita Arruda – EE. Profª. 2,83
13. Maria de Almeida Schledorn – EE. Profª. 2,65
14. Antenor Soares Gandra – EE. Dr. 2,62
14. Barão de Jundiaí – EE. 2,62
15. Maria de Lourdes de França Silveira – EE. Profª. 2,60
16. José Feliciano de Oliveira – EE. Prof. 2,54
17. Alessandra Cristina Rodrigues Pezzato – EE. Profª. 2,53
18. Venerando Nalini – EE. Mons. 2,48
19. Bairro Fazenda Grande – EE. 2,47
20. Diógenes Duarte Paes – EE. 2,41
21. Adib Miguel Haddad – EE. 2,37
22. Maurílio Tomanik – EE. Padre 2,30
23. Ana Pinto Duarte Paes – EE. Profª. 2,16
24. Albino Melo de Oliveira – EE. Prof. 2,15
25. José Silva Junior – EE. Prof. 2,12
26. Adoniro Ladeira – EE. Prof. 2,11
27. Cecília Rolemberg Porto Guelli – EE. Profª. 2,08
28. Luiz Rivelli – EE. Prof. 2,05
29. Orozimbo Sóstena – EE. Prof. 1,97
29. Jurandyr de Souza Lima – EE. 1,97
30. Joceny Villela Curado – EE. Profª. 1,88
31. João Batista Curado – EE. Prof. 1,73
Escolas não avaliadas:
Benedicto Loschi
Maria José Maia de Toledo – EE. Profª.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
IDESP 2015 - Escolas de Jundiaí (SP) - Ensino Médio
01. Conde do Parnaíba – EE. 4,16
02. Rafael de Oliveira – EE. 3,45
03. Albertina Fortarel – EE. Profª. 3,36
04. Antenor Soares Gandra – EE. Dr. 3,16
04. Deolinda Copelli de Souza Lima – EE. Profª. 3,16
05. Francisco Napoleão Maia – EE. Prof. 3,15
06. Dom Joaquim Justino Carreira – EE. 3,11
07. Gabriel Paulino Bueno Couto – EE. Bispo Dom 3,09
08. José Feliciano de Oliveira – EE. Prof. 2,99
09. Albino Melo de Oliveira – EE. Prof. 2,95
10. Benedita Arruda – EE. Profª. 2,89
11. José Silva Junior – EE. Prof. 2,86
12. Paulo Mendes Silva – EE. 2,80
13. Ana Pinto Duarte Paes – EE. Profª. 2,71
14. Diógenes Duarte Paes – EE. 2,68
15. Alessandra Cristina Rodrigues Pezzato – EE. Profª. 2,67
16. Orozimbo Sóstena – EE. Prof. 2,64
17. Siqueira de Moraes – EE. Cel. 2,61
18. Adoniro Ladeira – EE. Prof. 2,58
19. Luiz Rivelli – EE. Prof. 2,57
20. Maria de Lourdes de França Silveira – EE. Profª. 2,55
21. Cecília Rolemberg Porto Guelli – EE. Profª. 2,53
22. Jurandyr de Souza Lima – EE. 2,50
23. Joceny Villela Curado – EE. Profª. 2,48
24. Adib Miguel Haddad – EE. 2,47
25. Bairro Fazenda Grande – EE. 2,45
26. Maria de Almeida Schledorn – EE. Profª. 2,44
27. Venerando Nalini – EE. Mons. 2,43
28. Getúlio Nogueira de Sá – EE. Prof. 2,33
29. Rafael Mauro – EE. Dr. 1,71
30. João Batista Curado – EE. Prof. 1,65
31. Maurílio Tomanik – EE. Padre 1,35
Escolas não avaliadas:
Barão de Jundiaí – EE.
Benedicto Loschi – EE.
Eloy de Miranda Chaves – EE. Dr.
Maria José Maia de Toledo – EE. Profª.
02. Rafael de Oliveira – EE. 3,45
03. Albertina Fortarel – EE. Profª. 3,36
04. Antenor Soares Gandra – EE. Dr. 3,16
04. Deolinda Copelli de Souza Lima – EE. Profª. 3,16
05. Francisco Napoleão Maia – EE. Prof. 3,15
06. Dom Joaquim Justino Carreira – EE. 3,11
07. Gabriel Paulino Bueno Couto – EE. Bispo Dom 3,09
08. José Feliciano de Oliveira – EE. Prof. 2,99
09. Albino Melo de Oliveira – EE. Prof. 2,95
10. Benedita Arruda – EE. Profª. 2,89
11. José Silva Junior – EE. Prof. 2,86
12. Paulo Mendes Silva – EE. 2,80
13. Ana Pinto Duarte Paes – EE. Profª. 2,71
14. Diógenes Duarte Paes – EE. 2,68
15. Alessandra Cristina Rodrigues Pezzato – EE. Profª. 2,67
16. Orozimbo Sóstena – EE. Prof. 2,64
17. Siqueira de Moraes – EE. Cel. 2,61
18. Adoniro Ladeira – EE. Prof. 2,58
19. Luiz Rivelli – EE. Prof. 2,57
20. Maria de Lourdes de França Silveira – EE. Profª. 2,55
21. Cecília Rolemberg Porto Guelli – EE. Profª. 2,53
22. Jurandyr de Souza Lima – EE. 2,50
23. Joceny Villela Curado – EE. Profª. 2,48
24. Adib Miguel Haddad – EE. 2,47
25. Bairro Fazenda Grande – EE. 2,45
26. Maria de Almeida Schledorn – EE. Profª. 2,44
27. Venerando Nalini – EE. Mons. 2,43
28. Getúlio Nogueira de Sá – EE. Prof. 2,33
29. Rafael Mauro – EE. Dr. 1,71
30. João Batista Curado – EE. Prof. 1,65
31. Maurílio Tomanik – EE. Padre 1,35
Escolas não avaliadas:
Barão de Jundiaí – EE.
Benedicto Loschi – EE.
Eloy de Miranda Chaves – EE. Dr.
Maria José Maia de Toledo – EE. Profª.
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
Dia do Professor
O Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro. Mas poucos sabem como e quando surgiu este costume no Brasil.
No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”.
Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados.
A ideia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse sido cumprida. Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor.
Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período.
Quatro professores tiveram a ideia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano. O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização.
Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a ideia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil. A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963.
O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias".
Fonte:
http://diadoprofessor.com.br/indexp.cfm
http://www.unigente.com/professor.php
quinta-feira, 14 de maio de 2015
Projeto – Pé de Feijão
Disciplina: Biologia
Área: Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Etapa da Educação Básica: Ensino Médio
Séries: 1º, 2º e 3º Anos
Turmas:
Período: Ano Letivo de 2015
Nome do Professor
Objetivos gerais:
Este projeto tem como objetivo observar e registrar a germinação do feijão, seus aspectos (forma e tamanho) e a importância da planta na produção da fotossíntese.
Segunda página
Segunda página
Projeto: Pé de Feijão
Competências e Habilidades:
- Identificar e explicar as condições e as substâncias necessárias à realização da fotossíntese;
- Observar a presença da clorofila;
- Reconhecer o processo fotossintético, relacionando-o com os diferentes seres vivos;
- Verificar a influência da luz sobre a germinação de sementes de feijão;
- Comparar a porcentagem de germinação e o comprimento médio das plântulas;
- Aprender a importância dos cotilédones para as plantas;
- Reconhecer as principais características do desenvolvimento das angiospermas;
- Relacionar o movimento das plantas às condições de luminosidade (fototropismo e geotropismo).
Experimento:
- Observar a presença da clorofila;
- Reconhecer o processo fotossintético, relacionando-o com os diferentes seres vivos;
- Verificar a influência da luz sobre a germinação de sementes de feijão;
- Comparar a porcentagem de germinação e o comprimento médio das plântulas;
- Aprender a importância dos cotilédones para as plantas;
- Reconhecer as principais características do desenvolvimento das angiospermas;
- Relacionar o movimento das plantas às condições de luminosidade (fototropismo e geotropismo).

Material:
4 sementes de feijão; 1 prato descartável pequeno; 3 chumaços de algodão; água; tampinha plástica de garrafa PET para medida.
Montagem e procedimentos:
- Separar 3 chumaços de algodão e forrar o fundo do recipiente pressionando levemente sem compactar o algodão.
- Encharcar o algodão com aproximadamente uma medida de água. Nunca deixar o algodão seco.
- Colocar 4 sementes sobre o algodão dentro do recipiente. Mas as sementes não devem ficar enterradas.
Grupo A: Colocar o recipiente em um local sem iluminação, por exemplo, dentro do armário ou embaixo da cama.
Grupo B: Colocar o recipiente em um local com iluminação natural, próximo à janela ou na varanda, onde pegue bastante luz solar.
Grupo C: Colocar o recipiente em um ambiente com iluminação artificial, onde haja pouca luz solar e mais luz artificial.
Grupo D: Colocar o recipiente em uma caixa de sapato fechada, mas que tenha um buraco (diâmetro de um copo) no canto direito ou esquerdo. Deve-se colocar em um lugar que tenha bastante luz solar. Abrir a tampa todos os dias para verificar o que acontece, e se precisar, umedecer o algodão com água.Relatório
- Verificar o que acontece todos os dias e quando houver mudança, registrar no relatório e fotografar. Anotar a cor da semente, fazer medições e etc. Nunca esquecer de observar o estado de germinação das sementes. Variações e observações:
- A quantidade de sementes pode variar com o tipo de recipiente. É necessário usar o mesmo tipo de recipiente para todos os regimes (grupos).
- O algodão pode ser substituído por papel higiênico, areia, cascalho, vermiculita ou outro substrato.
- Mais regimes (grupos) de iluminação podem ser utilizados - controlando-se melhor as intensidades luminosas e os fotoperíodos.
- Outras sementes podem ser utilizadas: milho, laranja, alpiste, abacate (necessitando, claro, recipiente maior), etc. Algumas sementes necessitam de tratamento especial para quebra de dormência.
Questões para o relatório final:
Quem realiza a fotossíntese? O que é necessário para ocorrer a fotossíntese? O que esse processo produz? Qual a importância da fotossíntese? Se os vegetais realizam a fotossíntese, por que as plantas carnívoras se alimentam de insetos?
- As diferenças nos regimes de iluminação (muito baixa, artificial e natural) corresponderam a diferenças no estado de germinação. Qual regime corresponde a que estado de germinação?
- Observe-se a coloração esverdeada nas plântulas do grupo B e a coloração esbranquiçada das do grupo C. Qual o motivo da mudança de cores?
- Essa característica de germinação de acordo com o regime de luz pode ser pensada em termos de vantagem adaptativa?
Avaliação
- Fazer uma tabela e um gráfico com a classe, indicando se houve germinação ou crescimento.
- Construir um painel com fotos e relatos para expor no mural da escola.
- Elaborar um álbum com imagens e relatos do experimento.
Fonte:
- Construir um painel com fotos e relatos para expor no mural da escola.
- Elaborar um álbum com imagens e relatos do experimento.
Fonte:
Gil, Ângela & FANIZZI, Sueli. Porta Aberta: Ciências Naturais. São Paulo: FTD, 2002.
http://biomagister.haaan.com/feiradeciencias/experimentos/germinacao1.html
http://cadernodecienciasebiologia.blogspot.com.br/2013/02/experiencia-do-feijao.html
http://educacao.uol.com.br/planos-de-aula/fundamental/ciencias-experiencia-sobre-fotossintese.htm
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Requerimento Para Fruição de Licença-Prêmio
REQUERIMENTO PARA FRUIÇÃO DE LICENÇA-PRÊMIO
Ilmo. Sr. Diretor (nome do diretor),
Eu, (nome do professor), RG nº _______________, exercendo o cargo
de Professor PEB II – OFA “F” na unidade administrativa “(nome da escola)”, requer a Vossa Senhoria autorização
para a fruição de 90 dias
de licença-prêmio, correspondente ao período de __/__/____ a __/__/____, conforme
Portaria publicada no D.O.E. de __/__/____.
Observação:
O motivo pelo qual peço os 90 dias é porque _____.
Data pretendida
para início da licença: __/__/____
Cidade, (dia) de (mês) de 2015.
_____________________________________
(nome do professor)
Recebido em __/__/2015 _______________________
Assinatura da Gerente
Recebido em __/__/2015 _______________________
Assinatura do Diretor
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